As 15 perguntas do quiz
Pergunta 1 : "Os que vivem são os que lutam." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Victor Hugo
- Émile Zola
- Lamartine
- Musset
Explicação: Verso dos Châtiments (1853) de Victor Hugo, escrito no exílio contra o regime de Napoleão III.
Pergunta 2 : "A única verdadeira viagem é mudar o olhar." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Albert Camus
- Romain Gary
- André Gide
- Marcel Proust
Explicação: Citação de A Prisioneira (Em Busca do Tempo Perdido) de Proust: viajar é ver com outros olhos.
Pergunta 3 : "A cultura é o que resta quando se esqueceu tudo." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Jean Cocteau
- André Malraux
- Édouard Herriot
- Charles de Gaulle
Explicação: Frase de Édouard Herriot, político e acadêmico francês, frequentemente citada em debates sobre educação.
Pergunta 4 : "Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Victor Hugo
- Aragon
- Prévert
- Saint-Exupéry
Explicação: Excerto de Terra dos Homens (1939) de Antoine de Saint-Exupéry.
Pergunta 5 : "Os idiotas ousam tudo. É mesmo assim que os reconhecemos." — Quem escreveu esta réplica?
Respostas possíveis:
- Pierre Desproges
- Raymond Devos
- Coluche
- Michel Audiard
Explicação: Réplica cult de Lino Ventura em Les Tontons flingueurs (1963), escrita por Michel Audiard.
Pergunta 6 : "Impossível não é francês." — A quem é atribuída esta frase?
Respostas possíveis:
- De Gaulle
- Victor Hugo
- Richelieu
- Napoleão
Explicação: Frase atribuída a Napoleão Bonaparte, reflexo da sua vontade inabalável e da ambição francesa.
Pergunta 7 : "Um pessimista é um otimista bem informado." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Alphonse Allais
- Sacha Guitry
- Pierre Dac
- Coluche
Explicação: Aforismo de Pierre Dac, humorista e resistente francês, mestre do absurdo.
Pergunta 8 : "Feliz quem, como Ulisses, fez uma bela viagem." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Joachim du Bellay
- François Villon
- Pierre de Ronsard
- Clément Marot
Explicação: Soneto dos Pesares (1558) de Du Bellay, escrito durante a sua estadia em Roma, expressando a nostalgia da França.
Pergunta 9 : "A palavra foi dada ao homem para disfarçar o seu pensamento." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Richelieu
- Talleyrand
- Maquiavel
- Voltaire
Explicação: Frase do diplomata Charles-Maurice de Talleyrand, mestre da arte da negociação e da ambiguidade.
Pergunta 10 : "A verdade está em marcha e nada a deterá." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Clemenceau
- Victor Hugo
- Émile Zola
- Jean Jaurès
Explicação: Frase de Émile Zola durante o caso Dreyfus (1897), antes mesmo da publicação de "J'accuse".
Pergunta 11 : "Vinte vezes ponham a vossa obra de volta no tear." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- La Fontaine
- Molière
- Boileau
- Racine
Explicação: Verso de L'Art poétique (1674) de Nicolas Boileau, defendendo o trabalho árduo e a reescrita.
Pergunta 12 : "Não concordo com o que diz, mas lutarei para que tenha o direito de dizê-lo." — A quem é atribuída esta frase?
Respostas possíveis:
- Rousseau
- Voltaire (atribuído)
- Montesquieu
- Diderot
Explicação: Frase que resume o pensamento de Voltaire, na realidade formulada pela sua biógrafa Evelyn Beatrice Hall em 1906.
Pergunta 13 : "Pode-se rir de tudo, mas não com qualquer pessoa." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Pierre Desproges
- Guy Bedos
- Fernand Raynaud
- Coluche
Explicação: Máxima de Pierre Desproges, definindo os limites do humor pelo contexto e não pelo tema.
Pergunta 14 : "Se dermos o Saara aos tecnocratas, em cinco anos terão de comprar areia noutro lado." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Fernand Raynaud
- Coluche
- Thierry Le Luron
- Guy Bedos
Explicação: Esta frase satírica é típica do humor comprometido de Coluche (1944-1986), humorista e ator francês. Fundador dos Restos du Cœur em 1985, usava o riso para denunciar os absurdos do poder.
Pergunta 15 : "A hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude." — Quem é o autor?
Respostas possíveis:
- Pascal
- Montesquieu
- La Bruyère
- La Rochefoucauld
Explicação: Esta máxima é extraída das Máximas (1665) do duque de La Rochefoucauld (1613-1680), moralista francês. As suas reflexões incisivas sobre a natureza humana permanecem entre as mais citadas da literatura francesa.




